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	<title>Direito em Destaque</title>
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	<description>Estudos, atualidades e discussões no âmbito jurídico.</description>
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		<title>Direito em Destaque</title>
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		<title>Fiquem atentos! Novas mudanças nas Súmulas do TST!</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 22:40:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>direitoemdestaque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em sessão extraordinária realizada ontem (6/2/12), o Pleno do Tribunal Superior do Trabalho aprovou a edição de quatro novas súmulas de sua jurisprudência, e converteu uma orientação jurisprudencial (OJ 357) em súmula. O Pleno aprovou também alterações na redação de &#8230; <a href="http://direitoemdestaque.wordpress.com/2012/02/07/fiquem-atentos-novas-mudancas-sumulas-e-ojs-do-tst/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=direitoemdestaque.wordpress.com&amp;blog=15286327&amp;post=314&amp;subd=direitoemdestaque&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://direitoemdestaque.files.wordpress.com/2012/02/martelo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-315" title="martelo" src="http://direitoemdestaque.files.wordpress.com/2012/02/martelo.jpg?w=640" alt=""   /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Em sessão extraordinária realizada ontem (6/2/12), o Pleno do Tribunal Superior do Trabalho aprovou a edição de quatro novas súmulas de sua jurisprudência, e converteu uma orientação jurisprudencial (OJ 357) em súmula. O Pleno aprovou também alterações na redação de uma súmula e duas OJs.</p>
<p style="text-align:justify;">As novas súmulas são:</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>SÚMULA Nº 430</strong></p>
<p style="text-align:justify;">ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA INDIRETA. CONTRATAÇÃO. AUSÊNCIA DE CONCURSO PÚBLICO. NULIDADE. ULTERIOR PRIVATIZAÇÃO. CONVALIDAÇÃO. INSUBSISTÊNCIA DO VÍCIO.</p>
<p style="text-align:justify;">Convalidam-se os efeitos do contrato de trabalho que, considerado nulo por ausência de concurso público, quando celebrado originalmente com ente da Administração Pública Indireta, continua a existir após a sua privatização.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>SÚMULA Nº 431</strong></p>
<p style="text-align:justify;">SALÁRIO-HORA. 40 HORAS SEMANAIS. CÁLCULO. APLICAÇÃO DO DIVISOR 200.</p>
<p style="text-align:justify;">Aplica-se o divisor 200 (duzentos) para o cálculo do valor do salário-hora do empregado sujeito a 40 (quarenta) horas semanais de trabalho.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>SÚMULA Nº 432</strong></p>
<p style="text-align:justify;">CONTRIBUIÇÃO SINDICAL RURAL. AÇÃO DE COBRANÇA. PENALIDADE POR ATRASO NO RECOLHIMENTO. INAPLICABILIDADE DO ART. 600 DA CLT. INCIDÊNCIA DO ART. 2º DA LEI Nº 8.022/1990.</p>
<p style="text-align:justify;">O recolhimento a destempo da contribuição sindical rural não acarreta a aplicação da multa progressiva prevista no art. 600 da CLT, em decorrência da sua revogação tácita pela Lei nº 8.022, de 12 de abril de 1990.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>SÚMULA Nº 433</strong></p>
<p style="text-align:justify;">EMBARGOS. ADMISSIBILIDADE. PROCESSO EM FASE DE EXECUÇÃO. ACÓRDÃO DE TURMA PUBLICADO NA VIGÊNCIA DA LEI Nº 11.496, DE 26.06.2007. DIVERGÊNCIA DE INTERPRETAÇÃO DE DISPOSITIVO CONSTITUCIONAL.</p>
<p style="text-align:justify;">A admissibilidade do recurso de embargos contra acórdão de Turma em recurso de revista em fase de execução, publicado na vigência da Lei nº 11.496, de 26.06.2007, condiciona-se à demonstração de divergência jurisprudencial entre Turmas ou destas e a Seção Especializada em Dissídios Individuais do Tribunal Superior do Trabalho em relação à interpretação de dispositivo constitucional.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>SÚMULA Nº 434 (Ex-OJ 357)</strong></p>
<p style="text-align:justify;">RECURSO. INTERPOSIÇÃO ANTES DA PUBLICAÇÃO DO ACÓRDÃO IMPUGNADO. EXTEMPORANEIDADE. (Conversão da Orientação Jurisprudencial nº 357 da SBDI-1 e inserção do item II à redação)</p>
<p style="text-align:justify;">I) É extemporâneo recurso interposto antes de publicado o acórdão impugnado. (ex-OJ nº 357 da SBDI-1 – inserida em 14.03.2008)</p>
<p style="text-align:justify;">II)  A interrupção do prazo recursal em razão da interposição de embargos de declaração pela parte adversa não acarreta qualquer prejuízo àquele que apresentou seu recurso tempestivamente.</p>
<p style="text-align:justify;">Súmulas e OJs que tiveram sua redação alterada:</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>SÚMULA nº 298</strong></p>
<p style="text-align:justify;">AÇÃO RESCISÓRIA. VIOLAÇÃO A DISPOSIÇÃO DE LEI. PRONUNCIAMENTO EXPLÍCITO. (Redação alterada pelo Tribunal Pleno na sessão realizada em 6.2.2012)</p>
<p style="text-align:justify;">I &#8211; A conclusão acerca da ocorrência de violação literal a disposição de lei pressupõe pronunciamento explícito, na sentença rescindenda, sobre a matéria veiculada.</p>
<p style="text-align:justify;">II &#8211; O pronunciamento explícito exigido em ação rescisória diz respeito à matéria e ao enfoque específico da tese debatida na ação, e não, necessariamente, ao dispositivo legal tido por violado. Basta que o conteúdo da norma reputada violada haja sido abordado na decisão rescindenda para que se considere preenchido o pressuposto.</p>
<p style="text-align:justify;">III &#8211; Para efeito de ação rescisória, considera-se pronunciada explicitamente a matéria tratada na sentença quando, examinando remessa de ofício, o Tribunal simplesmente a confirma.</p>
<p style="text-align:justify;">IV &#8211; A sentença meramente homologatória, que silencia sobre os motivos de convencimento do juiz, não se mostra rescindível, por ausência de pronunciamento explícito.</p>
<p style="text-align:justify;">V &#8211; Não é absoluta a exigência de pronunciamento explícito na ação rescisória, ainda que esta tenha por fundamento violação de dispositivo de lei. Assim, prescindível o pronunciamento explícito quando o vício nasce no próprio julgamento, como se dá com a sentença &#8220;extra, citra e ultra petita&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>ORIENTAÇÃO JURISPRUDENCIAL Nº 142 DA SBDI-1</strong></p>
<p style="text-align:justify;">EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. EFEITO MODIFICATIVO. VISTA À PARTE CONTRÁRIA. (Inserido o item II à redação)</p>
<p style="text-align:justify;">I &#8211; É passível de nulidade decisão que acolhe embargos de declaração com efeito modificativo sem que seja concedida oportunidade de manifestação prévia à parte contrária.</p>
<p style="text-align:justify;">II &#8211; Em decorrência do efeito devolutivo amplo conferido ao recurso ordinário, o item I não se aplica às hipóteses em que não se concede vista à parte contrária para se manifestar sobre os embargos de declaração opostos contra sentença.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>ORIENTAÇÃO JURISPRUDENCIAL Nº 336 DA SBDI-1</strong></p>
<p style="text-align:justify;">EMBARGOS INTERPOSTOS ANTERIORMENTE À VIGÊNCIA DA LEI N.º 11.496/2007. RECURSO NÃO CONHECIDO COM BASE EM ORIENTAÇÃO JURISPRUDENCIAL. DESNECESSÁRIO O EXAME DAS VIOLAÇÕES DE LEI E DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL ALEGADAS NO RECURSO DE REVISTA. (Redação alterada pelo Tribunal Pleno na sessão realizada em 6.2.2012)</p>
<p style="text-align:justify;">Estando a decisão recorrida em conformidade com orientação jurisprudencial, desnecessário o exame das divergências e das violações de lei e da Constituição alegadas em embargos interpostos antes da vigência da Lei n.º 11.496/2007, salvo nas hipóteses em que a orientação jurisprudencial não fizer qualquer citação do dispositivo constitucional.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>ORIENTAÇÃO JURISPRUDENCIAL Nº 352 DA SBDI-1</strong></p>
<p style="text-align:justify;">PROCEDIMENTO SUMARÍSSIMO. RECURSO DE REVISTA FUNDAMENTADO EM CONTRARIEDADE A ORIENTAÇÃO JURISPRUDENCIAL. INADMISSIBILIDADE. ART. 896, § 6º, DA CLT, ACRESCENTADO PELA LEI Nº 9.957, DE 12.01.2000. (Redação alterada pelo Tribunal Pleno na sessão realizada em 6.2.2012)</p>
<p style="text-align:justify;">Nas causas sujeitas ao procedimento sumaríssimo, a admissibilidade de recurso de revista está limitada à demonstração de violação direta a dispositivo da Constituição Federal ou contrariedade a Súmula do Tribunal Superior do Trabalho, não se admitindo o recurso por contrariedade a Orientação Jurisprudencial deste Tribunal (Livro II, Título II, Capítulo III, do RITST), ante a ausência de previsão no art. 896, § 6º, da CLT.</p>
<h5>Fonte: TST, disponível em <a href="http://www.tst.gov.br/web/guest/noticias">http://www.tst.gov.br/web/guest/noticias</a>.</h5>
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	</item>
		<item>
		<title>Lei 12.441/2011 cria o empresário individual com responsabilidade limitada</title>
		<link>http://direitoemdestaque.wordpress.com/2011/07/12/lei-12-4412011-cria-o-empresario-individual-com-responsabilidade-limitada/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Jul 2011 23:57:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>direitoemdestaque</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Publicada hoje (12/06) a Lei nº 12.441 de 11 de Julho de 2011, que altera a Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002 (Código Civil), para permitir a constituição de empresa individual de responsabilidade limitada. O nome empresarial &#8230; <a href="http://direitoemdestaque.wordpress.com/2011/07/12/lei-12-4412011-cria-o-empresario-individual-com-responsabilidade-limitada/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=direitoemdestaque.wordpress.com&amp;blog=15286327&amp;post=307&amp;subd=direitoemdestaque&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://direitoemdestaque.files.wordpress.com/2011/07/empresario1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-311" title="empresario" src="http://direitoemdestaque.files.wordpress.com/2011/07/empresario1.jpg?w=640" alt=""   /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Publicada hoje (12/06) a Lei nº 12.441 de 11 de Julho de 2011, que altera a Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002 (Código Civil), para permitir a constituição de empresa individual de responsabilidade limitada.</p>
<p style="text-align:justify;">O nome empresarial deverá necessariamente conter a expressão Eireli &#8211; constituída por uma única pessoa titular da totalidade do capital social &#8211; do mesmo modo que ocorre hoje com as sociedades limitadas (Ltda) e as anônimas (S.A.).</p>
<p style="text-align:justify;"> Confira a íntegra da Lei:</p>
<p style="text-align:justify;" align="CENTER">&#8220;A PRESIDENTA DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:</p>
<p style="text-align:justify;">Art. 1º Esta Lei acrescenta inciso VI ao art. 44, acrescenta art. 980-A ao Livro II da Parte Especial e altera o parágrafo único do art. 1.033, todos da Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002 (Código Civil), de modo a instituir a empresa individual de responsabilidade limitada, nas condições que especifica.</p>
<p style="text-align:justify;"> Art. 2º A Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002 (Código Civil), passa a vigorar com as seguintes alterações:</p>
<blockquote>
<blockquote>
<p align="justify">&#8220;Art. 44. &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..</p>
<p align="justify">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.</p>
<p align="justify">VI &#8211; as empresas individuais de responsabilidade limitada.</p>
<p align="justify">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..&#8221; (NR)</p>
<p align="justify">&#8220;LIVRO II</p>
<p align="justify">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.</p>
<p align="center">TÍTULO I-A</p>
<p align="center">DA EMPRESA INDIVIDUAL DE RESPONSABILIDADE LIMITADA</p>
<p align="justify">Art. 980-A. A empresa individual de responsabilidade limitada será constituída por uma única pessoa titular da totalidade do capital social, devidamente integralizado, que não será inferior a 100 (cem) vezes o maior salário-mínimo vigente no País.</p>
<p align="justify">§ 1º O nome empresarial deverá ser formado pela inclusão da expressão &#8220;EIRELI&#8221; após a firma ou a denominação social da empresa individual de responsabilidade limitada.</p>
<p align="justify">§ 2º A pessoa natural que constituir empresa individual de responsabilidade limitada somente poderá figurar em uma única empresa dessa modalidade.</p>
<p align="justify">§ 3º A empresa individual de responsabilidade limitada também poderá resultar da concentração das quotas de outra modalidade societária num único sócio, independentemente das razões que motivaram tal concentração.</p>
<p align="justify">§ 4º (VETADO)</p>
<p align="justify">§ 5º Poderá ser atribuída à empresa individual de responsabilidade limitada constituída para a prestação de serviços de qualquer natureza a remuneração decorrente da cessão de direitos patrimoniais de autor ou de imagem, nome, marca ou voz de que seja detentor o titular da pessoa jurídica, vinculados à atividade profissional.</p>
<p align="justify">§ 6º Aplicam-se à empresa individual de responsabilidade limitada, no que couber, as regras previstas para as sociedades limitadas.</p>
<p align="justify">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8221;</p>
<p align="justify">&#8220;Art. 1.033. &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;</p>
<p align="justify">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.</p>
<p align="justify">Parágrafo único. Não se aplica o disposto no inciso IV caso o sócio remanescente, inclusive na hipótese de concentração de todas as cotas da sociedade sob sua titularidade, requeira, no Registro Público de Empresas Mercantis, a transformação do registro da sociedade para empresário individual ou para empresa individual de responsabilidade limitada, observado, no que couber, o disposto nos arts. 1.113 a 1.115 deste Código.&#8221; (NR)</p>
</blockquote>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><a name="art3"></a>Art. 3º Esta Lei entra em vigor 180 (cento e oitenta) dias após a data de sua publicação.</p>
<p style="text-align:justify;">Brasília, 11 de julho de 2011; 190º da Independência e 123º da República.</p>
<p style="text-align:justify;"> DILMA ROUSSEFF</p>
<p style="text-align:justify;" align="justify">José Eduardo Cardozo<br />
Nelson Henrique Barbosa Filho<br />
Paulo Roberto dos Santos Pinto<br />
Luis Inácio Lucena Adams&#8221;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/direitoemdestaque.wordpress.com/307/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/direitoemdestaque.wordpress.com/307/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/direitoemdestaque.wordpress.com/307/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/direitoemdestaque.wordpress.com/307/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/direitoemdestaque.wordpress.com/307/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/direitoemdestaque.wordpress.com/307/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/direitoemdestaque.wordpress.com/307/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/direitoemdestaque.wordpress.com/307/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/direitoemdestaque.wordpress.com/307/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/direitoemdestaque.wordpress.com/307/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/direitoemdestaque.wordpress.com/307/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/direitoemdestaque.wordpress.com/307/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/direitoemdestaque.wordpress.com/307/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/direitoemdestaque.wordpress.com/307/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=direitoemdestaque.wordpress.com&amp;blog=15286327&amp;post=307&amp;subd=direitoemdestaque&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Empréstimos consignados devem ser registrados em cartório</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jul 2011 19:13:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>direitoemdestaque</dc:creator>
				<category><![CDATA[DIREITOS]]></category>
		<category><![CDATA[NOVIDADES]]></category>

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		<description><![CDATA[Os abusos financeiros contra idosos estão com os dias contados. Isso se deve a medida judicial que obriga as instituições financeiras, no ato da realização de empréstimos consignados a pessoas idosas e analfabetas, beneficiárias da Previdência Social, a concretizá-los mediante &#8230; <a href="http://direitoemdestaque.wordpress.com/2011/07/06/emprestimos-consignados-devem-ser-registrados-em-cartorio/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=direitoemdestaque.wordpress.com&amp;blog=15286327&amp;post=299&amp;subd=direitoemdestaque&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://direitoemdestaque.files.wordpress.com/2011/07/consignado.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-300" title="Consignado" src="http://direitoemdestaque.files.wordpress.com/2011/07/consignado.jpg?w=640" alt=""   /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Os abusos financeiros contra idosos estão com os dias contados. Isso se deve a medida judicial que obriga as instituições financeiras, no ato da realização de empréstimos consignados a pessoas idosas e analfabetas, beneficiárias da Previdência Social, a concretizá-los mediante registro dos respectivos contratos em cartório de registro público. Os idosos vêm sendo as grandes vítimas dos agentes dos bancos e instituições financeiras, principalmente no que concerne a empréstimos falsos, reajustes atrasados, recadastramentos bancários e previdência, causando o SUPERENDIVIDAMENTO desses cidadãos. As financeiras golpistas estão se instalando no interior do Estado, visando os trabalhadores rurais, que devido à idade avançada e por muitas vezes serem analfabetos, são surpreendidos com uma contratação inesperada de empréstimos, chegando a receber na folha de pagamento menos de R$ 50,00. Na maioria das denúncias, os representantes dos bancos realizam um verdadeiro trabalho de convencimento dos aposentados e pensionistas para contratar o crédito, ocultando informações importantes como as taxas de juros ou o tempo de recebimento do crédito. Além disso, na maioria dos casos os aposentados estão tendo descontos nos seus benefícios sem jamais ter recebido qualquer quantia do banco. As Defensorias Públicas de todo o país estão se unindo para acabar com essas ações. Segundo o presidente da Associação Piauiense dos Defensores Públicos, Arilson Malaquias, em todos os casos que chegam à defensoria, os aposentados não recebem qualquer documento relativo às transações. &#8220;Muitos deles sequer sabem o nome da instituição financeira com a qual contrataram empréstimo. Os aposentados chegam a passar necessidade alimentar por causa dos descontos decorrentes dos supostos contratos. As taxas de juros desses bancos devem ser de amplo conhecimento público, baseando-se no art 51 do Código de Defesa do Consumidor para solicitar a nulidade desses contratos, por se tratarem de apropriação indevida de recursos&#8221;, enfatizou o defensor. Visando inibir os abusos praticados, o especialista em Direito do Consumidor, Danilo Baião Ribeiro, explica que os idosos devem ser alertados, já que eles são alvo fácil desse tipo de golpe. &#8220;Normalmente os contratos bancários são complexos e de elevado risco econômico e patrimonial, sendo necessário que sejam registrados em cartório de registro público, assim o serventuário tem a obrigação legal de ler e explicar o conteúdo do negócio ao analfabeto, certificando-se da sua compreensão e concordância com o objeto ajustado&#8221;. Concluindo, afirma o referido advogado: &#8220;A medida visa proteger princípios constitucionais consagrados no mundo jurídico, tais como a dignidade da pessoa humana, a função social do contrato, a proteção do consumidor no que tange a segurança das relações jurídicas, a informação adequada e clara sobre os produtos e serviços oferecidos pelo fornecedor&#8221;, finalizou o especialista. Há informações que alguns escritórios de advocacia do Estado do Piauí estão ajuizando ações objetivando anular tais contratos fraudulentos e restabelecer a integralidade da verba de aposentadoria dos idosos. O Judiciário tem importante papel a desempenhar, na função social de acolhimento de pleitos dessa natureza.</p>
<h6 style="text-align:justify;"></h6>
<h6 style="text-align:justify;">Fonte: http://www.anoreg.org.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=17069:emprestimos-consignados-em-proventos-de-analfabetos-devem-ser-registrados-em-cartorio&amp;catid=2:geral&amp;Itemid=26</h6>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/direitoemdestaque.wordpress.com/299/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/direitoemdestaque.wordpress.com/299/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/direitoemdestaque.wordpress.com/299/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/direitoemdestaque.wordpress.com/299/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/direitoemdestaque.wordpress.com/299/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/direitoemdestaque.wordpress.com/299/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/direitoemdestaque.wordpress.com/299/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/direitoemdestaque.wordpress.com/299/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/direitoemdestaque.wordpress.com/299/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/direitoemdestaque.wordpress.com/299/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/direitoemdestaque.wordpress.com/299/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/direitoemdestaque.wordpress.com/299/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/direitoemdestaque.wordpress.com/299/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/direitoemdestaque.wordpress.com/299/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=direitoemdestaque.wordpress.com&amp;blog=15286327&amp;post=299&amp;subd=direitoemdestaque&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Consignado</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>O MAIOR DE IDADE SÓ DEIXARÁ DE RECEBER PENSÃO ALIMENTÍCIA COM DECISÃO JUDICIAL.</title>
		<link>http://direitoemdestaque.wordpress.com/2011/06/15/o-maior-de-idade-so-deixara-de-receber-pensao-alimenticia-com-decisao-judicial/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Jun 2011 13:36:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>direitoemdestaque</dc:creator>
				<category><![CDATA[CIVIL]]></category>
		<category><![CDATA[DIREITO]]></category>
		<category><![CDATA[FIQUEM ATENTOS]]></category>
		<category><![CDATA[STJ]]></category>

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		<description><![CDATA[Por mais que o tema já seja irrelevante e muito batido, resolvi escrever um pouco sobre ele, pois é uma das perguntas mais frequentes que temos que responder. Inicialmente a obrigação alimentar não esta vinculada ao poder familiar e sim &#8230; <a href="http://direitoemdestaque.wordpress.com/2011/06/15/o-maior-de-idade-so-deixara-de-receber-pensao-alimenticia-com-decisao-judicial/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=direitoemdestaque.wordpress.com&amp;blog=15286327&amp;post=294&amp;subd=direitoemdestaque&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://direitoemdestaque.files.wordpress.com/2011/06/codigo3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-295" title="codigo3" src="http://direitoemdestaque.files.wordpress.com/2011/06/codigo3.jpg?w=640" alt=""   /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Por mais que o tema já seja irrelevante e muito batido, resolvi escrever um pouco sobre ele, pois é uma das perguntas mais frequentes que temos que responder.</p>
<p style="text-align:justify;">Inicialmente a obrigação alimentar não esta vinculada ao poder familiar e sim à relação de parentesco, mais precisamente ao dever de mútua assistência, podendo persistir independentemente da condição de maioridade alcançada pelo alimentando (a pessoa que recebe a pensão).</p>
<p style="text-align:justify;">Pois tanto a doutrina quanto a jurisprudência vêm admitindo a prestação de pensão alimentícia de pais para filhos, após a maioridade civil, quando o filho comprovar sua necessidade, como quando há a matrícula e frequência em curso de nível superior ou técnico ou ainda quando se verifica sua inaptidão para o trabalho.</p>
<p style="text-align:justify;">Lembramos ainda a Súmula 358 do STJ:</p>
<p style="text-align:justify;"><em>“O cancelamento de pensão alimentícia de filho que atingiu a maioridade está sujeito à decisão judicial, mediante contraditório, ainda que nos próprios autos.”</em></p>
<p style="text-align:justify;">Assegurando ao alimentando o direito ao contraditório quando alcançado sua maioridade civil de ainda ter direito de receber pensão alimentícia.</p>
<p style="text-align:justify;">Assim, de acordo com a Súmula citada acima, o fim da pensão alimentícia não se opera automaticamente, quando completada a maioridade civil pelo alimentando, pois depende de decisão judicial.</p>
<p style="text-align:justify;">Isso garante ao alimentando o direito de se manifestar sobre a possibilidade de conseguir o seu próprio sustento.</p>
<p style="text-align:justify;">Lembrando que o juiz não mais poderá decidir de plano sobre exoneração de pensão alimentícia por maioridade do alimentando. Por decisão dos ministros da Segunda Seção, a maioridade coloca fim ao pátrio poder, mas não necessariamente ao dever de ajudar o filho, que em razão do estudo, trabalho ou doença, não tem condições de se manter.</p>
<p style="text-align:justify;">Assim, a exoneração, pode sim, ser analisada nos próprios autos de alimentos ou em processo autônomo de revisão ou cancelamento, mas o contraditório é OBRIGATÓRIO.</p>
<p style="text-align:justify;">Portanto, quando o alimentando completar a maioridade civil não pode, simplesmente, o alimentado (pai/mãe), parar de pagar a pensão alimentícia já devidamente obrigada em ação judicial, pois a exoneração não é automática, ocorrendo somente por decisão judicial e baseada em fatos comprovados durante o procedimento, à luz do contraditório.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/direitoemdestaque.wordpress.com/294/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/direitoemdestaque.wordpress.com/294/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/direitoemdestaque.wordpress.com/294/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/direitoemdestaque.wordpress.com/294/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/direitoemdestaque.wordpress.com/294/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/direitoemdestaque.wordpress.com/294/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/direitoemdestaque.wordpress.com/294/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/direitoemdestaque.wordpress.com/294/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/direitoemdestaque.wordpress.com/294/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/direitoemdestaque.wordpress.com/294/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/direitoemdestaque.wordpress.com/294/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/direitoemdestaque.wordpress.com/294/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/direitoemdestaque.wordpress.com/294/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/direitoemdestaque.wordpress.com/294/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=direitoemdestaque.wordpress.com&amp;blog=15286327&amp;post=294&amp;subd=direitoemdestaque&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Estabilidade de membro de CIPA garante reintegração, mas não indenização</title>
		<link>http://direitoemdestaque.wordpress.com/2011/06/10/estabilidade-de-membro-de-cipa-garante-reintegracao-mas-nao-indenizacao/</link>
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		<pubDate>Fri, 10 Jun 2011 23:30:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>direitoemdestaque</dc:creator>
				<category><![CDATA[JULGADOS]]></category>
		<category><![CDATA[JURISPRUDÊNCIA]]></category>
		<category><![CDATA[TST]]></category>

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		<description><![CDATA[A estabilidade provisória de empregados que integram comissão interna de prevenção de acidentes (CIPA) é garantia de emprego, e não de simples pagamento de indenização. Assim, quando um trabalhador dispensado sem justa causa, apesar de detentor desse tipo de estabilidade, &#8230; <a href="http://direitoemdestaque.wordpress.com/2011/06/10/estabilidade-de-membro-de-cipa-garante-reintegracao-mas-nao-indenizacao/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=direitoemdestaque.wordpress.com&amp;blog=15286327&amp;post=287&amp;subd=direitoemdestaque&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://direitoemdestaque.files.wordpress.com/2011/06/balance.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-288" title="balance" src="http://direitoemdestaque.files.wordpress.com/2011/06/balance.jpg?w=640" alt=""   /></a></p>
<p style="text-align:justify;">A estabilidade provisória de empregados que integram comissão interna de prevenção de acidentes (CIPA) é garantia de emprego, e não de simples pagamento de indenização. Assim, quando um trabalhador dispensado sem justa causa, apesar de detentor desse tipo de estabilidade, ajuíza reclamação trabalhista requerendo indenização em vez de reintegração ao emprego, o pedido deve ser recebido como renúncia tácita à estabilidade.</p>
<p style="text-align:justify;">Esse foi o entendimento da maioria da Sétima Turma do Tribunal Superior do Trabalho, ao acompanhar voto do ministro Pedro Paulo Manus, no sentido de não conhecer de recurso de revista de ex-empregada da ATT/PS Informática que pretendia ser indenizada pelo período a que teria direito de estabilidade provisória como membro de CIPA.</p>
<p style="text-align:justify;">O Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (MG) negou a indenização pedida por interpretar que o trabalhador com estabilidade provisória que pretende apenas a reparação em dinheiro exerce abusivamente o seu direito (incidência do artigo 187 do Código Civil). Ainda segundo o TRT, os artigos 165 da CLT e 10, inciso II, alínea “a”, do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, preveem a garantia de emprego aos eleitos para o cargo de direção da CIPA desde o registro de sua candidatura até um ano após o final do mandato, e o desrespeito a essas normas implica a reintegração do trabalhador dispensado de forma arbitrária ou sem justa causa. Contudo, somente é possível o pagamento de indenização substitutiva se a reintegração não for recomendada (artigo 496 da CLT).</p>
<p style="text-align:justify;">No recurso ao TST, a trabalhadora alegou que, no caso de despedida arbitrária, sem justa causa, de membro da CIPA, não é necessário haver pedido de reintegração ao emprego para pleitear a indenização relativa ao período de estabilidade, uma vez que a reintegração era inviável. Entretanto, o ministro Pedro Manus discordou desses argumentos. O relator destacou que o TRT confirmara que a trabalhadora não tinha demonstrado interesse em retornar ao emprego. Por outro lado, a estabilidade provisória é garantia de emprego, e não de simples pagamento sem a correspondente prestação de serviço, afirmou o ministro.</p>
<p style="text-align:justify;">O relator também esclareceu que a previsão do artigo 496 da CLT, que faculta à Justiça do Trabalho converter a reintegração em indenização, pressupõe que a reintegração seja o objeto do pedido principal, e a indenização o sucessivo. Para o ministro, os dispositivos que tratam da estabilidade provisória não estabelecem indenização pura e simples, exceto nas hipóteses dos artigos 497, 498 e 502 da CLT, que tratam de extinção de empresa e fechamento do estabelecimento – diferentemente da situação dos autos. Portanto, concluiu, o pedido de indenização formulado diretamente não poderia ser aceito, na medida em que não havia o prévio pedido de reintegração ao emprego feito pela trabalhadora.</p>
<p style="text-align:justify;">Por fim, o ministro Manus verificou que os exemplos de julgados apresentados pela empregada não serviam para demonstrar divergência de teses jurídicas e, por consequência, autorizar o exame do mérito do recurso. A juíza convocada Maria Doralice Novaes votou com o relator, E a ministra Delaíde Alves Miranda Arantes defendeu o conhecimento do recurso e ficou vencida.</p>
<p style="text-align:justify;">Fonte: Site do TST, disponível <a title="aqui" href="http://br4.in/haxht">aqui</a>.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/direitoemdestaque.wordpress.com/287/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/direitoemdestaque.wordpress.com/287/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/direitoemdestaque.wordpress.com/287/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/direitoemdestaque.wordpress.com/287/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/direitoemdestaque.wordpress.com/287/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/direitoemdestaque.wordpress.com/287/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/direitoemdestaque.wordpress.com/287/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/direitoemdestaque.wordpress.com/287/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/direitoemdestaque.wordpress.com/287/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/direitoemdestaque.wordpress.com/287/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/direitoemdestaque.wordpress.com/287/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/direitoemdestaque.wordpress.com/287/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/direitoemdestaque.wordpress.com/287/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/direitoemdestaque.wordpress.com/287/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=direitoemdestaque.wordpress.com&amp;blog=15286327&amp;post=287&amp;subd=direitoemdestaque&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">balance</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Segundo o STJ, em caso de erro médico a responsabilidade recai sobre o profissional e não à clínica</title>
		<link>http://direitoemdestaque.wordpress.com/2011/05/31/segundo-o-stj-em-caso-de-erro-medico-e-o-profissional-e-nao-a-clinica-que-deve-ser-responsabilizado/</link>
		<comments>http://direitoemdestaque.wordpress.com/2011/05/31/segundo-o-stj-em-caso-de-erro-medico-e-o-profissional-e-nao-a-clinica-que-deve-ser-responsabilizado/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 31 May 2011 17:57:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>direitoemdestaque</dc:creator>
				<category><![CDATA[CIVIL]]></category>
		<category><![CDATA[JULGADOS]]></category>
		<category><![CDATA[JURISPRUDÊNCIA]]></category>
		<category><![CDATA[STJ]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma pinça, um pedaço de gaze ou outro instrumento cirúrgico esquecido no corpo de um paciente que foi submetido à uma intervenção cirúrgica. Erros que têm abalado a reputação da classe médica e que podem levar à morte. Abalo que &#8230; <a href="http://direitoemdestaque.wordpress.com/2011/05/31/segundo-o-stj-em-caso-de-erro-medico-e-o-profissional-e-nao-a-clinica-que-deve-ser-responsabilizado/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=direitoemdestaque.wordpress.com&amp;blog=15286327&amp;post=274&amp;subd=direitoemdestaque&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://direitoemdestaque.files.wordpress.com/2011/05/erro-mc3a9dico.jpg"><br />
<img class="aligncenter size-full wp-image-275" title="erro médico" src="http://direitoemdestaque.files.wordpress.com/2011/05/erro-mc3a9dico.jpg?w=640" alt=""   /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Uma pinça, um pedaço de gaze ou outro instrumento cirúrgico esquecido no corpo de um paciente que foi submetido à uma intervenção cirúrgica. Erros que têm abalado a reputação da classe médica e que podem levar à morte. Abalo que reflete no aumento de demandas na Justiça: são as vítimas ou os familiares que buscam por uma reparação. Atualmente, a maior parte das decisões aponta que apenas os profissionais são os culpados e não as clínicas e hospitais. Com esse novo entendimento, as instituições estariam isentas da responsabilidade penal. Acompanhe esse posicionamento do Superior Tribunal de Justiça no STJ Cidadão, a revista eletrônica do Tribunal.</p>
<p style="text-align:justify;">O programa desta semana também mostra que os candidatos que concorrem a cargos públicos precisam se manter atualizados. A decisão foi tomada pela Segunda Turma do STJ ao negar um pedido para cancelar uma das etapas de um concurso público para o cargo de promotor de Justiça do Maranhão. Na prova oral, o candidato alegou que uma questão sobre adoção, tema relacionado ao Estatuto da Criança e do Adolescente, não estaria prevista no edital. Mas os ministros entenderam que o assunto faz parte do direito civil, bloco da matéria que poderia ser cobrado.</p>
<p style="text-align:justify;">Nesta edição, você vai ver também o que é possível estabelecer em um testamento e quando pode ocorrer a deserdação. As discussões sobre as cláusulas restritivas têm chegado ao STJ. Para os ministros, a sobrevivência e o bem-estar de quem recebe uma herança não podem ser prejudicados em razão da obediência irrestrita de cláusulas de inalienabilidade, impenhorabilidade e incomunicabilidade.</p>
<p style="text-align:justify;">Fonte: Site do STJ.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/direitoemdestaque.wordpress.com/274/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/direitoemdestaque.wordpress.com/274/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/direitoemdestaque.wordpress.com/274/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/direitoemdestaque.wordpress.com/274/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/direitoemdestaque.wordpress.com/274/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/direitoemdestaque.wordpress.com/274/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/direitoemdestaque.wordpress.com/274/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/direitoemdestaque.wordpress.com/274/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/direitoemdestaque.wordpress.com/274/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/direitoemdestaque.wordpress.com/274/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/direitoemdestaque.wordpress.com/274/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/direitoemdestaque.wordpress.com/274/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/direitoemdestaque.wordpress.com/274/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/direitoemdestaque.wordpress.com/274/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=direitoemdestaque.wordpress.com&amp;blog=15286327&amp;post=274&amp;subd=direitoemdestaque&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">sidneiramos</media:title>
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			<media:title type="html">erro médico</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Câmara aprova o Novo Código Florestal</title>
		<link>http://direitoemdestaque.wordpress.com/2011/05/30/camara-aprova-o-novo-codigo-florestal/</link>
		<comments>http://direitoemdestaque.wordpress.com/2011/05/30/camara-aprova-o-novo-codigo-florestal/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 31 May 2011 01:54:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>direitoemdestaque</dc:creator>
				<category><![CDATA[PARTICIPEM]]></category>
		<category><![CDATA[POLÊMICAS]]></category>

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		<description><![CDATA[O Plenário aprovou na última terça-feira (24/05) o novo Código Florestal (PL 1876/99 e outros), que permite o uso das áreas de preservação permanente (APPs) já ocupadas com atividades agrossilvipastoris, ecoturismo e turismo rural. Esse desmatamento deve ter ocorrido até &#8230; <a href="http://direitoemdestaque.wordpress.com/2011/05/30/camara-aprova-o-novo-codigo-florestal/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=direitoemdestaque.wordpress.com&amp;blog=15286327&amp;post=266&amp;subd=direitoemdestaque&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="LEFT"><a href="http://direitoemdestaque.files.wordpress.com/2011/05/desmatamento-1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-267" title="desmatamento (1)" src="http://direitoemdestaque.files.wordpress.com/2011/05/desmatamento-1.jpg?w=640" alt=""   /></a></p>
<h4 style="text-align:justify;" align="LEFT"><span style="color:#000000;">O Plenário aprovou na última terça-feira (24/05) o novo Código Florestal (PL 1876/99 e outros), que permite o uso das áreas de preservação permanente (APPs) já ocupadas com atividades agrossilvipastoris, ecoturismo e turismo rural. Esse desmatamento deve ter ocorrido até 22 de julho de 2008, data de publicação de decreto (6.514/08) que regulamentou as infrações contra o meio ambiente com base na Lei 9.605/98.</span></h4>
<p align="JUSTIFY"><span style="color:#000000;">Já tínhamos analisado os motivos de tanta polêmica <a title="aqui" href="http://direitoemdestaque.wordpress.com/2011/05/12/a-polemica-do-novo-codigo-florestal/"><span style="color:#000000;">aqui.</span></a></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="color:#000000;"> Hoje porém, iremos analisar os principais aspectos que foram aprovados:</span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="color:#000000;">&#8220;As hipóteses de uso do solo por utilidade pública, interesse social ou de baixo impacto serão previstas em lei e, em todos os casos, devem ser observados critérios técnicos de conservação do solo e da água.</span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="color:#000000;">O texto aprovado, que revoga o código em vigor (Lei 4.771/65), vai ao Senado. A discussão na Câmara, que durou mais de uma década, foi intensificada nos últimos dois anos, com a criação de comissão especial sobre o tema.</span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="color:#000000;">A redação final foi dada pela aprovação da emenda 164, dos deputados Paulo Piau (PMDB-MG), Homero Pereira (PR-MT), Valdir Colatto (PMDB-SC) e Darcísio Perondi (PMDB-RS).</span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="color:#000000;">Aprovada por 273 votos a 182, a emenda também dá aos estados, por meio do Programa de Regularização Ambiental (PRA), o poder de estabelecer outras atividades que possam justificar a regularização de áreas desmatadas. O texto proíbe desmatamentos em todas as propriedades rurais por cinco anos.</span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="color:#000000;">Vetos &#8211; Antes da votação da emenda, o líder do governo, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), alertou que a presidente Dilma Rousseff vetará a liberação de atividades nas APPs se o governo não conseguir mudar o texto no Senado. Nessa última hipótese, a proposta voltará para análise da Câmara.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Segundo Vaccarezza, o governo defende o estabelecimento de punição adicional para quem reincidir em agressões ao meio ambiente; a criação de alternativa para a definição de APPs em rios em pequenas propriedades (até quatro módulos fiscais); e a manutenção na lei do termo “recomposição” e não “regularização” do bioma amazônico.</span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="color:#000000;">Rios &#8211; As faixas de proteção em rios continuam as mesmas de hoje (30 a 500 metros), mas passam a ser medidas a partir do leito regular e não do leito maior. A exceção é para os rios de até dez metros de largura, para os quais é permitida a recomposição de metade da faixa (15 metros) se ela já tiver sido desmatada. Nas APPs de topo de morros, montes e serras com altura mínima de 100 metros e inclinação superior a 25°, o novo código permite a manutenção de culturas de espécies lenhosas (uva, maçã, café) ou de atividades silviculturais, assim como a infraestrutura física associada a elas. Isso vale também para os locais com altitude superior a 1,8 mil metros.</span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="color:#000000;">O projeto não considera APPs as várzeas fora dos limites em torno dos rios, as veredas e os manguezais em toda sua extensão. Entretanto, são protegidas as restingas enquanto fixadoras de dunas ou para estabilizar a vegetação de mangue. Se a função ecológica do manguezal estiver comprometida, o corte de sua vegetação nativa somente poderá ser autorizado para obras habitacionais e de urbanização nas áreas urbanas consolidadas ocupadas por população de baixa renda&#8221;.</span></p>
<p align="LEFT"><span style="color:#000000;">Para virar lei, o texto votado na Câmara ainda precisa passar pelo crivo do Senado, porém o presidente José Sarney (PMDB-AP), já disse nesta quarta-feira que &#8220;não há restrição de prazo&#8221; para que a Casa analise a reforma do Código Florestal. (texto na íntegra <a title="aqui" href="http://www.noticiasrss.com.br/Post/Default.aspx?id=61310"><span style="color:#000000;">aqui</span></a>).</span></p>
<p style="text-align:justify;" align="LEFT"><span style="color:#000000;">Enquanto isso, caso você seja contra a aprovação do Código Florestal. Mande uma mensagem ao governo neste site  <a href="http://t.co/1sJ0zG4" target="_blank"><span style="color:#000000;">http://t.co/1sJ0zG4.</span></a></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="LEFT"><span style="color:#000000;">Veja quem votou contra e quem votou a favor da aprovação do Novo Código Florestal clicando <a title="aqui" href="http://migre.me/4D6UO">aqui</a>.  As ideias dos deputados que foram seus candidatos coincidem com as suas? Ou melhor, coincidem com as ideias que estavam em suas campanhas?</span></p>
<p style="text-align:justify;" align="LEFT"><span style="color:#000000;">Fonte: Site da Câmara dos Deputados.</span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/direitoemdestaque.wordpress.com/266/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/direitoemdestaque.wordpress.com/266/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/direitoemdestaque.wordpress.com/266/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/direitoemdestaque.wordpress.com/266/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/direitoemdestaque.wordpress.com/266/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/direitoemdestaque.wordpress.com/266/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/direitoemdestaque.wordpress.com/266/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/direitoemdestaque.wordpress.com/266/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/direitoemdestaque.wordpress.com/266/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/direitoemdestaque.wordpress.com/266/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/direitoemdestaque.wordpress.com/266/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/direitoemdestaque.wordpress.com/266/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/direitoemdestaque.wordpress.com/266/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/direitoemdestaque.wordpress.com/266/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=direitoemdestaque.wordpress.com&amp;blog=15286327&amp;post=266&amp;subd=direitoemdestaque&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">sidneiramos</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://direitoemdestaque.files.wordpress.com/2011/05/desmatamento-1.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">desmatamento (1)</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Fiquem atentos! Nova &#8220;Lei da Pichação&#8221; (Lei 12.408/11).</title>
		<link>http://direitoemdestaque.wordpress.com/2011/05/27/fiquem-atentos-nova-lei-da-pichacao-lei-12-40811/</link>
		<comments>http://direitoemdestaque.wordpress.com/2011/05/27/fiquem-atentos-nova-lei-da-pichacao-lei-12-40811/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 May 2011 16:16:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>direitoemdestaque</dc:creator>
				<category><![CDATA[NOVIDADES]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://direitoemdestaque.wordpress.com/?p=262</guid>
		<description><![CDATA[Publicada no Diário Oficial da União nesta quarta-feira (25) a Lei nº 12.408/11 que  altera o art. 65 da Lei no 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, para descriminalizar o ato de grafitar, e dispõe sobre a proibição de comercialização de &#8230; <a href="http://direitoemdestaque.wordpress.com/2011/05/27/fiquem-atentos-nova-lei-da-pichacao-lei-12-40811/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=direitoemdestaque.wordpress.com&amp;blog=15286327&amp;post=262&amp;subd=direitoemdestaque&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY">
<p align="JUSTIFY"><a href="http://direitoemdestaque.files.wordpress.com/2011/05/spray.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-263" title="spray" src="http://direitoemdestaque.files.wordpress.com/2011/05/spray.jpg?w=640&#038;h=480" alt="" width="640" height="480" /></a></p>
<p align="JUSTIFY">
<p align="JUSTIFY">Publicada no Diário Oficial da União nesta quarta-feira (25) a Lei nº 12.408/11 que  altera o art. 65 da Lei n<sup>o</sup> 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, para descriminalizar o ato de grafitar, e dispõe sobre a proibição de comercialização de tintas em embalagens do tipo aerossol a menores de 18 (dezoito) anos.</p>
<p align="JUSTIFY">Segue abaixo a íntegra da lei:</p>
<p align="JUSTIFY"><span class="Apple-style-span" style="font-size:13px;line-height:19px;">&#8220;<a href="http://legislacao.planalto.gov.br/legisla/legislacao.nsf/Viw_Identificacao/lei%2012.408-2011?OpenDocument">LEI Nº 12.408, DE 25 DE MAIO DE 2011.</a></span></p>
<p align="CENTER">
<p>Art. 1<sup>o</sup>  Esta Lei altera o <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil/LEIS/L9605.htm#art65">art. 65 da Lei n<sup>o</sup> 9.605, de 12 de fevereiro de 1998</a>, dispondo sobre a proibição de comercialização de tintas em embalagens do tipo aerossol a menores de 18 (dezoito) anos, e dá outras providências. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:</p>
<p align="justify">Art. 2<sup>o</sup>  Fica proibida a comercialização de tintas em embalagens do tipo aerossol em todo o território nacional a menores de 18 (dezoito) anos.</p>
<p align="justify">Art. 3<sup>o</sup>  O material citado no art. 2<sup>o</sup> desta Lei só poderá ser vendido a maiores de 18 (dezoito) anos, mediante apresentação de documento de identidade.</p>
<p align="justify">Parágrafo único.  Toda nota fiscal lançada sobre a venda desse produto deve possuir identificação do comprador.</p>
<p align="justify">Art. 4<sup>o</sup>  As embalagens dos produtos citados no art. 2<sup>o</sup> desta Lei deverão conter, de forma legível e destacada, as expressões “PICHAÇÃO É CRIME <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil/LEIS/L9605.htm#art65">(ART. 65 DA LEI Nº 9.605/98)</a>. PROIBIDA A VENDA A MENORES DE 18 ANOS.”</p>
<p align="justify">Art. 5<sup>o</sup>  Independentemente de outras cominações legais, o descumprimento do disposto nesta Lei sujeita o infrator às sanções previstas no <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil/LEIS/L9605.htm#art72">art. 72 da Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998. </a></p>
<p align="justify">Art. 6<sup>o</sup>  O art. 65 da Lei n<sup>o</sup> 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, passa a vigorar com a seguinte redação:</p>
<p align="justify"><span class="Apple-style-span" style="font-style:italic;"><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil/LEIS/L9605.htm#art65">“Art. 65. </a> Pichar ou por outro meio conspurcar edificação ou monumento urbano: </span><span class="Apple-style-span" style="font-style:italic;">Pena &#8211; detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, e multa. </span></p>
<p align="justify"><span class="Apple-style-span" style="font-style:italic;">§ 1<sup>o</sup>  Se o ato for realizado em monumento ou coisa tombada em virtude do seu valor artístico, arqueológico ou histórico, a pena é de 6 (seis) meses a 1 (um) ano de detenção e multa. </span></p>
<p align="justify"><span class="Apple-style-span" style="font-style:italic;">§ 2<sup>o</sup>  Não constitui crime a prática de grafite realizada com o objetivo de valorizar o patrimônio público ou privado mediante manifestação artística, desde que consentida pelo proprietário e, quando couber, pelo locatário ou arrendatário do bem privado e, no caso de bem público, com a autorização do órgão competente e a observância das posturas municipais e das normas editadas pelos órgãos governamentais responsáveis pela preservação e conservação do patrimônio histórico e artístico nacional.” (NR) </span></p>
<p align="justify">Art. 7<sup>o</sup>  Os fabricantes, importadores ou distribuidores dos produtos terão um prazo de 180 (cento e oitenta) dias, após a regulamentação desta Lei, para fazer as alterações nas embalagens mencionadas no art. 2<sup>o</sup> desta Lei.</p>
<p align="justify">Art. 8<sup>o</sup>  Os produtos envasados dentro do prazo constante no art. 7<sup>o</sup> desta Lei poderão permanecer com seus rótulos sem as modificações aqui estabelecidas, podendo ser comercializados até o final do prazo de sua validade.</p>
<p align="justify">Art. 9<sup>o</sup>  Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.</p>
<p>Brasília, 25 de maio de 2011; 190<sup>o</sup> da Independência e 123<sup>o</sup> da República.</p>
<p>DILMA ROUSSEFF<br />
José Eduardo Cardozo<br />
Fernando Damata Pimentel<br />
Izabella Mônica Vieira Teixeira<br />
Anna Maria Buarque de Hollanda</p>
<p align="justify">Este texto não substitui o publicado no DOU de 26.5.2011&#8243;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/direitoemdestaque.wordpress.com/262/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/direitoemdestaque.wordpress.com/262/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/direitoemdestaque.wordpress.com/262/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/direitoemdestaque.wordpress.com/262/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/direitoemdestaque.wordpress.com/262/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/direitoemdestaque.wordpress.com/262/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/direitoemdestaque.wordpress.com/262/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/direitoemdestaque.wordpress.com/262/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/direitoemdestaque.wordpress.com/262/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/direitoemdestaque.wordpress.com/262/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/direitoemdestaque.wordpress.com/262/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/direitoemdestaque.wordpress.com/262/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/direitoemdestaque.wordpress.com/262/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/direitoemdestaque.wordpress.com/262/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=direitoemdestaque.wordpress.com&amp;blog=15286327&amp;post=262&amp;subd=direitoemdestaque&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">sidneiramos</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://direitoemdestaque.files.wordpress.com/2011/05/spray.jpg" medium="image">
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		<title>Fiquem atentos! Mudanças e inovações nas Súmulas e OJ&#8217;s do TST!</title>
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		<pubDate>Wed, 25 May 2011 03:24:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>direitoemdestaque</dc:creator>
				<category><![CDATA[FIQUEM ATENTOS]]></category>
		<category><![CDATA[NOVIDADES]]></category>
		<category><![CDATA[TST]]></category>

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		<description><![CDATA[O Pleno do Tribunal Superior do Trabalho aprovou hoje (24/05) uma série de mudanças em sua jurisprudência, com alterações e criação de novas súmulas e orientações jurisprudenciais. E o que isso quer dizer? Além da alterações propriamente ditas, estas são um &#8230; <a href="http://direitoemdestaque.wordpress.com/2011/05/25/fiquem-atentos-mudancas-e-inovacoes-nas-sumulas-e-ojs-do-tst/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=direitoemdestaque.wordpress.com&amp;blog=15286327&amp;post=248&amp;subd=direitoemdestaque&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><span style="font-size:small;"><a href="http://direitoemdestaque.files.wordpress.com/2011/05/mudanc3a7as.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-249" title="mudanças" src="http://direitoemdestaque.files.wordpress.com/2011/05/mudanc3a7as.jpg?w=640" alt=""   /></a></span></span></span>O Pleno do Tribunal Superior do Trabalho aprovou hoje (24/05) uma série de mudanças em sua jurisprudência, com alterações e criação de novas súmulas e orientações jurisprudenciais.</p>
<p align="JUSTIFY">E o que isso quer dizer? Além da alterações propriamente ditas, estas são um prato cheio para Bancas Examinadoras, então vamos à luta e acrescentá-las ao nosso estudo!</p>
<p align="JUSTIFY">A sessão votou as propostas apresentadas durante a Semana do TST, evento no qual os 27 ministros da Corte debateram, de 16 a 20 de maio, a jurisprudência e as normas internas e externas que regem a prestação da jurisdição no Tribunal.</p>
<p align="JUSTIFY">Os ministros tiveram a oportunidade de consolidar o posicionamento do tribunal em relação a temas como a Súmula 331, que trata da responsabilidade subsidiária na tercerização, estabilidade para dirigentes sindicais e suplentes, contrato de prestação de empreitada de construção civil e responsabilidade solidária, alterando o texto da súmula. Por unanimidade, o item IV ficou com a seguinte redação:</p>
<p align="JUSTIFY">“IV- O inadimplemento das obrigações trabalhistas, por parte do empregador, implica a responsabilidade subsidiária do tomador de serviços quanto àquelas obrigações, desde que haja participado da relação processual e conste também do título executivo judicial”.</p>
<p align="JUSTIFY">Por maioria de votos, vencidos os ministros Aloysio Corrêa da Veiga, Rosa Maria Weber, Vieira de Mello Filho e Dora Maria da Costa, o TST ainda acrescentou o item V à Súmula nº 331:</p>
<p align="JUSTIFY">“V- Os entes integrantes da administração pública direta e indireta respondem subsidiariamente, nas mesmas condições do item IV, caso evidenciada a sua conduta culposa no cumprimento das obrigações da Lei nº 8.666/93, especialmente na fiscalização do cumprimento das obrigações contratuais e legais da prestadora de serviço como empregadora. A aludida responsabilidade não decorre de mero inadimplemento das obrigações trabalhistas assumidas pela empresa regularmente contratada.”</p>
<p align="JUSTIFY">E, à unanimidade, o Pleno aprovou também o item VI, que prevê:</p>
<p align="JUSTIFY">“VI – A responsabilidade subsidiária do tomador de serviços abrange todas as verbas decorrentes da condenação referentes ao período da prestação laboral.”</p>
<p align="JUSTIFY">Por fim, à unanimidade, os ministros rejeitaram a proposta de incorporar a redação da Orientação Jurisprudencial nº 383 da Subseção I Especializada em Dissídios Individuais à Súmula nº 331. A OJ estabelece que “a contratação irregular de trabalhador, mediante empresa interposta, não gera vínculo de emprego com ente da Administração Pública, não afastando, contudo, pelo princípio da isonomia, o direito dos empregados terceirizados às mesmas verbas trabalhistas legais e normativas asseguradas àqueles contratados pelo tomador dos serviços, desde que presente a igualdade de funções. Aplicação analógica do art. 12, “a”, da Lei nº 6.019, de 03.01.1974.”</p>
<p align="JUSTIFY">As discussões resultaram ainda no cancelamento de cinco Orientações Jurisprudenciais, são estas:</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>OJ 156</strong> – SDI-1 COMPLEMENTAÇÃO DE APOSENTADORIA. DIFERENÇAS. PRESCRIÇÃO (inserida em 26.03.1999) . Ocorre a prescrição total quanto a diferenças de complementação de aposentadoria quando estas decorrem de pretenso direito a verbas não recebidas no curso da relação de emprego e já atingidas pela prescrição, à época da propositura da ação. ((Incorporada à Súmula 327).</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>OJ 4 transitória</strong> MINERAÇÃO MORRO VELHO. ADICIONAL DE INSALUBRIDADE. BASE DE CÁLCULO. ACORDO COLETIVO. PREVALÊNCIA (inserido dispositivo) &#8211; DJ 20.04.2005 O acordo coletivo estabelecido com a Mineração Morro Velho sobrepõe-se aos comandos da lei, quando as partes, com o propósito de dissipar dúvidas e nos exatos limites de seu regular direito de negociação, livremente acordaram parâmetros para a base de cálculo do adicional de insalubridade.</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>OJ 215 – SDI-1</strong> VALE-TRANSPORTE. ÔNUS DA PROVA (inserida em 08.11.2000). É do empregado o ônus de comprovar que satisfaz os requisitos indispensáveis à obtenção do valetransporte.</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>OJ 273– SDI-1</strong> &#8220;TELEMARKETING&#8221;. OPERADORES. ART. 227 DA CLT. INAPLICÁVEL (inserida em 27.09.2002) A jornada reduzida de que trata o art. 227 da CLT não é aplicável, por analogia, ao operador de televendas, que não exerce suas atividades exclusivamente como telefonista, pois, naquela função, não opera mesa de transmissão, fazendo uso apenas dos telefones comuns para atender e fazer as ligações exigidas no exercício da função.</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>OJ 301– SDI-1</strong>  FGTS. DIFERENÇAS. ÔNUS DA PROVA. LEI Nº 8.036/90, ART. 17 ( DJ 11.08.2003) Definido pelo reclamante o período no qual não houve depósito do FGTS, ou houve em valor inferior, alegada pela reclamada a inexistência de diferença nos recolhimentos de FGTS, atrai para si o ônus da prova, incumbindo-lhe, portanto, apresentar as guias respectivas, a fim de</p>
<p align="JUSTIFY">A súmula nº 349 também foi cancelada, a saber:</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>Súmula 349</strong> ACORDO DE COMPENSAÇÃO DE HORÁRIO EM ATIVIDADE INSALUBRE, CELEBRADO POR ACORDO COLETIVO. VALIDADE (mantida) &#8211; Res. 121/2003, DJ 19, 20 e 21.11.2003. A validade de acordo coletivo ou convenção coletiva de compensação de jornada de trabalho em atividade insalubre prescinde da inspeção prévia da autoridade competente em matéria de higiene do trabalho (art. 7º, XIII, da CF/1988; art. 60 da CLT).</p>
<p align="JUSTIFY">Houve alterações em duas OJ:</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>OJ 191 – SDI-1</strong> DONO DA OBRA. RESPONSABILIDADE (inserida em 08.11.2000) Diante da inexistência de previsão legal, o contrato de empreitada entre o dono da obra e o empreiteiro não enseja responsabilidade solidária ou subsidiária nas obrigações trabalhistas contraídas pelo empreiteiro, salvo sendo o dono da obra uma empresa construtora ou incorporadora.</p>
<p align="JUSTIFY">Ficando com a seguinte redação:</p>
<p align="JUSTIFY">CONTRATO DE EMPREITADA. DONO DA OBRA DE CONSTRUÇÃO CIVIL. RESPONSABILIDADE. Diante da inexistência de previsão legal específica, o contrato de empreitada de construção civil entre o dono da obra e o empreiteiro não enseja responsabilidade solidária ou subsidiária nas obrigações trabalhistas contraídas pelo empreiteiro, salvo sendo o dono da obra uma empresa construtora ou incorporadora.</p>
<p align="JUSTIFY">Bem como a OJ:</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>OJ 7 –</strong> Tribunal Pleno PRECATÓRIO. JUROS DE MORA. CONDENAÇÃO DA FAZENDA PÚBLICA. LEI Nº 9.494, DE 10.09.1997, ART. 1º &#8211; F (DJ 25.04.2007) São aplicáveis, nas condenações impostas à Fazenda Pública, os juros de mora de 0,5% (meio por cento) ao mês, a partir de setembro de 2001, conforme determina o art. 1º &#8211; F da Lei nº 9.494, de 10.09.1997, introduzido pela Medida Provisória nº 2.180-35, de 24.08.2001, procedendo-se a adequação do montante da condenação a essa limitação legal, ainda que em sede de precatório.</p>
<p align="JUSTIFY">Passando a ter o seguinte teor:</p>
<p align="JUSTIFY">JUROS DE MORA. CONDENAÇÃO DA FAZENDA PÚBLICA. I &#8211; Nas condenações impostas à Fazenda Pública, incidem juros de mora segundo os seguintes critérios: a) 1% (um por cento) ao mês, até setembro de 2001, nos termos do § 1º do art. 39 da Lei n.º 8.177, de 1.03.1991, e b) 0,5% (meio por cento) ao mês, de setembro de 2001 a junho de 2009, conforme determina o art. 1º &#8211; F da Lei nº 9.494, de 10.09.1997, introduzido pela Medida Provisória nº 2.180-35, de 24.08.2001. II – A partir de julho de 2009, atualizam-se os débitos trabalhistas da fazenda pública, mediante a incidência dos índices oficiais de remuneração básica e juros aplicados à caderneta de poupança, por força do art. 5o da Lei n. 11.960, de 29.6.2009. III &#8211; A adequação do montante da condenação deve observar essa limitação legal, ainda que em sede de precatório.</p>
<p align="JUSTIFY">Confira também as nove súmulas alteradas e suas novas redações, em seu antes e agora:</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>Súmula 74</strong></p>
<p align="JUSTIFY">Antes:</p>
<p align="JUSTIFY">CONFISSÃO (incorporada a Orientação Jurisprudencial nº 184 da SBDI-1) &#8211; Res. 129/2005, DJ 20, 22 e 25.04.2005 I &#8211; Aplica-se a pena de confissão à parte que, expressamente intimada com aquela cominação, não comparecer à audiência em prosseguimento, na qual deveria depor. (ex-Súmula nº 74 &#8211; RA 69/1978, DJ 26.09.1978) II &#8211; A prova pré-constituída nos autos pode ser levada em conta para confronto com a confissão ficta (art. 400, I, CPC), não implicando cerceamento de defesa o indeferimento de provas posteriores. (ex-OJ nº 184 da SBDI-1 &#8211; inserida em 08.11.2000)</p>
<p align="JUSTIFY"> A redação sumular passou a contar com o item III, com o seguinte teor:</p>
<p>“III &#8211; A vedação à produção de prova posterior pela parte confessa somente a ela se aplica, não afetando o exercício, pelo magistrado, do poder/dever de conduzir o processo”.</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>Súmula 291</strong></p>
<p align="JUSTIFY">Antes:</p>
<p align="JUSTIFY">HORAS EXTRAS (mantida) &#8211; Res. 121/2003, DJ 19, 20 e 21.11.2003 A supressão, pelo empregador, do serviço suplementar prestado com habitualidade, durante pelo menos 1 (um) ano, assegura ao empregado o direito à indenização correspondente ao valor de 1 (um) mês das horas suprimidas para cada ano ou fração igual ou superior a seis meses de prestação de serviço acima da jornada normal. O cálculo observará a média das horas suplementares efetivamente trabalhadas nos últimos 12 (doze) meses, multiplicada pelo valor da hora extra do dia da supressão</p>
<p align="JUSTIFY">Agora:</p>
<p align="JUSTIFY">HORAS EXTRAS. SUPRESSÃO. INDENIZAÇÃO. A supressão total ou parcial, pelo empregador, de serviço suplementar prestado com habitualidade, durante pelo menos 1 (um) ano, assegura ao empregado o direito à indenização correspondente ao valor de 1 (um) mês das horas suprimidas, total ou parcialmente, para cada ano ou fração igual ou superior a seis meses de prestação de serviço acima da jornada normal. O cálculo observará a média das horas suplementares nos 12 (doze) meses anteriores à mudança, multiplicada pelo valor da hora extra do dia da supressão.</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>Súmula 327</strong></p>
<p align="JUSTIFY">Antes:</p>
<p align="JUSTIFY">COMPLEMENTAÇÃO DOS PROVENTOS DE APOSENTADORIA. DIFERENÇA. PRESCRIÇÃO PARCIAL (nova redação) &#8211; Res. 121/2003, DJ 19, 20 e 21.11.2003 Tratando-se de pedido de diferença de complementação de aposentadoria oriunda de norma regulamentar, a prescrição aplicável é a parcial, não atingindo o direito de ação, mas, tãosomente, as parcelas anteriores ao qüinqüênio.</p>
<p align="JUSTIFY">Agora:</p>
<p align="JUSTIFY">“COMPLEMENTAÇÃO DE APOSENTADORIA. DIFERENÇAS. PRESCRIÇÃO PARCIAL. A pretensão a diferenças de complementação de aposentadoria sujeita-se à prescrição parcial e quinquenal, salvo se o pretenso direito decorrer de verbas não recebidas no curso da relação de emprego e já alcançadas pela prescrição, à época da propositura da ação”.</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>Súmula 387</strong></p>
<p align="JUSTIFY">Antes:</p>
<p align="JUSTIFY">RECURSO. FAC-SÍMILE. LEI Nº 9.800/1999 (conversão das Orientações Jurisprudenciais nºs 194 e 337 da SBDI-1) &#8211; Res. 129/2005, DJ 20, 22 e 25.04.2005 I &#8211; A Lei nº 9.800/1999 é aplicável somente a interpostos após o início de sua vigência. (ex-OJ nº 194 da SBDI-1 &#8211; inserida em 08.11.2000) II &#8211; A contagem do qüinqüídio para apresentação dos originais de recurso interposto por intermédio de fac-símile começa a fluir do dia subseqüente ao término do prazo recursal, nos termos do art. 2º da Lei nº 9.800/1999, e não do dia seguinte à</p>
<p align="JUSTIFY"> A redação sumular passou a contar com o item IV, com o seguinte teor:</p>
<p align="JUSTIFY">[...]</p>
<p align="JUSTIFY">IV – A autorização para utilização do fac-símile, constante do art. 1º da Lei n.º 9.800/1999, somente alcança as hipóteses em que o documento é dirigido diretamente ao órgão jurisdicional, não se aplicando à transmissão ocorrida entre particulares. interposição do recurso, se esta se deu antes do termo final do prazo. (ex-OJ nº 337 da SBDI-1 &#8211; primeira parte &#8211; DJ 04.05.2004) III &#8211; Não se tratando a juntada dos originais de ato que dependa de notificação, pois a parte, ao interpor o recurso, já tem ciência de seu ônus processual, não se aplica a regra do art. 184 do CPC quanto ao &#8220;dies a quo&#8221;, podendo coincidir com sábado, domingo ou feriado. (ex-OJ nº 337 da SBDI-1 &#8211; &#8220;in fine&#8221; &#8211; DJ 04.05.2004)</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>Súmula 364</strong></p>
<p align="JUSTIFY">Antes:</p>
<p align="JUSTIFY">ADICIONAL DE PERICULOSIDADE. EXPOSIÇÃO EVENTUAL, PERMANENTE E INTERMITENTE (conversão das Orientações Jurisprudenciais nºs 5, 258 e 280 da SBDI-1) &#8211; Res. 129/2005, DJ 20, 22 e 25.04.2005 I &#8211; Faz jus ao adicional de periculosidade o empregado exposto permanentemente ou que, de forma intermitente, sujeita-se a condições de risco. Indevido, apenas, quando o contato dá-se de forma eventual, assim considerado o fortuito, ou o que, sendo habitual, dá-se por tempo extremamente reduzido. (ex-Ojs da SBDI-1 nºs 05 &#8211; inserida em 14.03.1994 &#8211; e 280 &#8211; DJ 11.08.2003) II &#8211; A fixação do adicional de periculosidade, em percentual inferior ao legal e proporcional ao tempo de exposição ao risco, deve ser respeitada, desde que pactuada em acordos ou convenções coletivos. (ex-OJ nº 258 da SBDI-1 &#8211; inserida em 27.09.2002)</p>
<p align="JUSTIFY">Agora:</p>
<p align="JUSTIFY">ADICIONAL DE PERICULOSIDADE. EXPOSIÇÃO EVENTUAL, PERMANENTE E INTERMITENTE(conversão das Orientações Jurisprudenciais nºs 5, 258 e 280 da SBDI-1) &#8211; Res. 129/2005, DJ 20, 22 e 25.04.2005 Tem direito ao adicional de periculosidade o empregado exposto permanentemente ou que, de forma intermitente, sujeita-se a condições de risco. Indevido, apenas, quando o contato dá-se de forma eventual, assim considerado o fortuito, ou que, sendo habitual, dá-se por tempo extremamente reduzido. (Cancelado o Item II)</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>Súmula 369</strong></p>
<p align="JUSTIFY">Antes:</p>
<p align="JUSTIFY">DIRIGENTE SINDICAL. ESTABILIDADE PROVISÓRIA (conversão das Orientações Jurisprudenciais nºs 34, 35, 86, 145 e 266 da SBDI-1) &#8211; Res. 129/2005, DJ 20, 22 e 25.04.2005 I &#8211; É indispensável a comunicação, pela entidade sindical, ao empregador, na forma do § 5º do art. 543 da CLT. (ex-OJ nº 34 da SBDI-1 &#8211; inserida em 29.04.1994) II &#8211; O art. 522 da CLT, que limita a sete o número de dirigentes sindicais, foi recepcionado pela Constituição Federal de 1988. (ex-OJ nº 266 da SBDI-1 &#8211; inserida em 27.09.2002) III- O empregado de categoria diferenciada eleito dirigente sindical só goza de estabilidade se exercer na empresa atividade pertinente à categoria profissional do sindicato para o qual foi eleito dirigente. (ex-OJ nº 145 da SBDI-1 &#8211; inserida em 27.11.1998) IV – Havendo extinção da atividade empresarial no âmbito da base territorial do sindicato, não há razão para subsistir a estabilidade. (ex-OJ nº 86 da SBDI-1 &#8211; inserida em 28.04.1997) V &#8211; O registro da candidatura do empregado a</p>
<p align="JUSTIFY">Agora com a nova redação somente do item II:</p>
<p align="JUSTIFY">[...]</p>
<p align="JUSTIFY">II – O art. 522 da CLT foi recepcionado pela Constituição Federal de 1988. Fica limitada, assim, a estabilidade a que alude o artigo 543, § 3o, da CLT, a sete dirigentes sindicais e igual número de suplentes”. cargo de dirigente sindical durante o período de aviso prévio, ainda que indenizado, não lhe assegura a estabilidade, visto que inaplicável a regra do § 3º do art. 543 da Consolidação das Leis do Trabalho. (ex-OJ nº 35 da SBDI-1 &#8211; inserida em 14.03.1994)</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>Súmula 85</strong></p>
<p align="JUSTIFY">Antes:</p>
<p align="JUSTIFY">COMPENSAÇÃO DE JORNADA (incorporadas as Orientações Jurisprudenciais nºs 182, 220 e 223 da SBDI-1) &#8211; Res. 129/2005, DJ 20, 22 e 25.04.2005 I. A compensação de jornada de trabalho deve ser ajustada por acordo individual escrito, acordo coletivo ou convenção coletiva. (ex-Súmula nº 85 &#8211; primeira parte &#8211; alterada pela Res. 121/2003, DJ 21.11.2003) II. O acordo individual para compensação de horas é válido, salvo se houver norma coletiva em sentido contrário. (ex-OJ nº 182 da SBDI-1 &#8211; inserida em 08.11.2000) III. O mero não-atendimento das exigências legais para a compensação de jornada, inclusive quando encetada mediante acordo tácito, não implica a repetição do pagamento das horas excedentes à jornada normal diária, se não dilatada a jornada máxima semanal, sendo devido apenas o respectivo adicional. (ex-Súmula nº 85 &#8211; segunda parte &#8211; alterada pela Res. 121/2003, DJ 21.11.2003) IV. A prestação de horas extras habituais descaracteriza o acordo de compensação de jornada. Nesta hipótese, as horas que ultrapassarem a jornada semanal normal deverão ser pagas como horas extraordinárias e, quanto àquelas destinadas à compensação, deverá ser pago a mais apenas o adicional por trabalho extraordinário. (ex-OJ nº 220 da SBDI-1 &#8211; inserida em 20.06.2001)</p>
<p align="JUSTIFY"> A redação sumular passou a contar com o item V, com o seguinte teor:</p>
<p align="JUSTIFY">[...]</p>
<p align="JUSTIFY">V – As disposições contidas nesta súmula não se aplicam ao regime compensatório na modalidade “banco de horas”, que somente pode ser instituído por negociação coletiva”.</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>Súmula 219</strong></p>
<p align="JUSTIFY">Antes:</p>
<p align="JUSTIFY">HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. HIPÓTESE DE CABIMENTO (incorporada a Orientação Jurisprudencial nº 27 da SBDI-2) &#8211; Res. 137/2005, DJ 22, 23 e 24.08.2005 I &#8211; Na Justiça do Trabalho, a condenação ao pagamento de honorários advocatícios, nunca superiores a 15% (quinze por cento), não decorre pura e simplesmente da sucumbência, devendo a parte estar assistida por sindicato da categoria profissional e comprovar a percepção de salário inferior ao dobro do salário mínimo ou encontrarse em situação econômica que não lhe permita demandar sem prejuízo do próprio sustento ou da respectiva família. (ex-Súmula nº 219 &#8211; Res. 14/1985, DJ 26.09.1985) II &#8211; É incabível a condenação ao pagamento de honorários advocatícios em ação rescisória no processo trabalhista, salvo se preenchidos os requisitos da Lei nº 5.584/1970. (ex-OJ nº 27 da SBDI-2 &#8211; inserida em 20.09.2000) III – São devidos os honorários advocatícios nas causas em que o ente sindical figure como substituto processual e nas lides que não derivem da relação de emprego</p>
<p align="JUSTIFY">A redação sumular mudou apenas no item II, tendo o seguinte teor:</p>
<p align="JUSTIFY">“II – é cabível a condenação ao pagamento de honorários advocatícios em ação rescisória no processo trabalhista”. honorários advocatícios em ação rescisória no processo trabalhista, salvo se preenchidos os requisitos da Lei nº 5.584/1970. (ex-OJ nº 27 da SBDI-2 &#8211; inserida em 20.09.2000)</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>Súmula 331</strong></p>
<p align="JUSTIFY">Antes:</p>
<p align="JUSTIFY">CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS. LEGALIDADE (mantida) &#8211; Res. 121/2003, DJ 19, 20 e 21.11.2003 I &#8211; A contratação de trabalhadores por empresa interposta é ilegal, formando-se o vínculo diretamente com o tomador dos serviços, salvo no caso de trabalho temporário (Lei nº 6.019, de 03.01.1974). II &#8211; A contratação irregular de trabalhador, mediante empresa interposta, não gera vínculo de emprego com os órgãos da administração pública direta, indireta ou fundacional (art. 37, II, da CF/1988). III &#8211; Não forma vínculo de emprego com o tomador a contratação de serviços de vigilância (Lei nº 7.102, de 20.06.1983) e de conservação e limpeza, bem como a de serviços especializados ligados à atividade-meio do tomador, desde que inexistente a pessoalidade e a subordinação direta. IV &#8211; O inadimplemento das obrigações trabalhistas, por parte do empregador, implica a responsabilidade subsidiária do tomador dos serviços, quanto àquelas obrigações, inclusive quanto aos órgãos da administração direta, das autarquias, das fundações públicas, das empresas públicas e das sociedades de economia mista, desde que hajam participado da relação processual e constem também do título executivo judicial (art. 71 da Lei nº 8.666, de 21.06.1993).</p>
<p align="JUSTIFY">A redação sumular mudou apenas no item IV:</p>
<p align="JUSTIFY">IV &#8211; O inadimplemento das obrigações trabalhistas, por parte do empregador, implica a responsabilidade subsidiária do tomador de serviços quanto àquelas obrigações, desde que haja participado da relação processual e conste também do título executivo judicial.</p>
<p align="JUSTIFY">E acrescentou o itens V e VI, tendo o seguinte teor:</p>
<p align="JUSTIFY">V &#8211; Os entes integrantes da administração pública direta e indireta respondem subsidiariamente, nas mesmas condições do item IV, caso evidenciada a sua conduta culposa no cumprimento das obrigações da Lei n. 8.666/93, especialmente na fiscalização do cumprimento das obrigações contratuais e legais da prestadora de serviço como empregadora. A aludida responsabilidade não decorre de mero inadimplemento das obrigações trabalhistas assumidas pela empresa regularmente contratada. VI – A responsabilidade subsidiária do tomador de serviços abrange todas as verbas decorrentes da condenação.</p>
<p align="JUSTIFY">Por fim, aprovou-se a criação de duas novas súmulas, uma delas que dispõe sobre intimação, publicação em nome de advogado diverso daquele expressamente indicado, com a seguinte redação:</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>INTIMAÇÃO. PLURALIDADE DE ADVOGADOS. PUBLICAÇÃO EM NOME DE ADVOGADO DIVERSO DAQUELE EXPRESSAMENTE INDICADO. NULIDADE. Havendo pedido expresso de que as intimações e publicações sejam realizadas exclusivamente em nome de determinado advogado, a comunicação em nome de outro profissional constituído nos autos é nula, salvo se constatada a inexistência de prejuízo.” </strong></p>
<p align="JUSTIFY">E outra súmula relativa à utilização da Guia GFIP para o depósito recursal, nos seguintes termos:</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>DEPÓSITO RECURSAL. UTILIZAÇÃO DA GUIA GFIP. OBRIGATORIEDADE. Nos dissídios individuais o depósito recursal será efetivado mediante a utilização da guia de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social – GFIP, nos termos dos §§ 4o e 5o do art. 899 da CLT, admitido o depósito judicial, realizado na sede do juízo e à disposição deste, na hipótese de relação de trabalho não submetida ao regime do FGTS.</strong></p>
<p align="JUSTIFY">Bons estudos!</p>
<p align="JUSTIFY">Fonte: Site do TST.</p>
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		<title>Prazo prescricional em ação contra construtora é contado a partir do conhecimento do vício na obra</title>
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		<pubDate>Mon, 23 May 2011 17:43:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>direitoemdestaque</dc:creator>
				<category><![CDATA[JULGADOS]]></category>
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		<category><![CDATA[STJ]]></category>

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		<description><![CDATA[A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou o recurso de uma construtora que pretendia ver reconhecida a prescrição de uma ação que busca responsabilizá-la pela fragilidade de uma obra realizada em 1982. O colegiado manteve a decisão &#8230; <a href="http://direitoemdestaque.wordpress.com/2011/05/23/prazo-prescricional-em-acao-contra-construtora-e-contado-a-partir-do-conhecimento-do-vicio-na-obra/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=direitoemdestaque.wordpress.com&amp;blog=15286327&amp;post=240&amp;subd=direitoemdestaque&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align:justify;"><a href="http://direitoemdestaque.files.wordpress.com/2011/05/construcao.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-242" title="construcao" src="http://direitoemdestaque.files.wordpress.com/2011/05/construcao.jpg?w=640" alt=""   /></a></div>
<div style="text-align:justify;">A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou o recurso de uma construtora que pretendia ver reconhecida a prescrição de uma ação que busca responsabilizá-la pela fragilidade de uma obra realizada em 1982. O colegiado manteve a decisão do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe (TJSE) que, ao analisar a apelação do proprietário do imóvel, afastou a prescrição.O proprietário do imóvel ajuizou ação em que exigiu da construtora o pagamento de danos materiais, referentes aos aluguéis que teria deixado de receber durante a reforma do prédio em que está localizado o seu apartamento, e de danos morais, sustentando a má-execução da obra pela construtora. A reforma seria resultado de problemas estruturais na fundação do prédio, em face de alegada má execução obra.</p>
<p>O juízo de primeiro grau reconheceu a prescrição vintenária, baseado no fato de que a entrega da obra ocorreu em agosto de 1982, enquanto a demanda somente foi ajuizada em novembro de 2002. O proprietário do imóvel recorreu da sentença e o TJSE afastou o implemento da prescrição, desconstituindo a sentença e reconhecendo que, embora a entrega da obra tenha ocorrido em agosto de 1982, o conhecimento do vício na construção somente se deu em dezembro de 1999.</p>
<p>O Tribunal de origem entendeu que a prescrição, de 20 anos, da pretensão de ressarcimento por danos relacionados à segurança e à solidez da obra, se iniciaria com o reconhecimento, pelo seu dono, da fragilidade desta, independentemente do disposto no artigo 1.245 do Código Civil de 1916, que estabelece em cinco anos o prazo para se responsabilizar o empreiteiro pela solidez e segurança da obra.</p>
<p>Inconformada, a construtora recorreu ao STJ, alegando violação do artigo 1.245 do CC/1916, bem como a existência de dissídio jurisprudencial em torno da sua interpretação. Segundo a construtora, a jurisprudência do STJ seria no sentido de que, para o exercício da pretensão vintenária em face do construtor, os danos relacionados à solidez e à segurança da obra haveriam de ser constatados nos cinco anos seguintes à entrega.</p>
<p>Visão do relator</p>
<p>O relator, ministro Paulo de Tarso Sanseverino, destacou precedentes da jurisprudência do STJ no sentido de que o prazo de cinco anos do artigo 1.245 do CC/1916 é de garantia, e não de prescrição ou decadência, e que, apresentados defeitos no referido período, o construtor poderá ser acionado no prazo de 20 anos.</p>
<p>Na visão do ministro, a jurisprudência que estabelece a natureza do prazo de cinco anos do artigo 1.245 do CC/1916, correspondente ao artigo 618 do atual Código Civil, como sendo de garantia, e fixa em 20 anos o prazo prescricional para a efetivação dessa garantia em face do construtor (conforme o enunciado da Súmula 194 do STJ) é adequada aos fatos ocorridos na vigência do CC/1916.</p>
<p>No entanto, Sanseverino destacou outro caminho que pode ser adotado pelo proprietário do imóvel no intuito de responsabilizar o construtor pelos vícios e defeitos relativos à sua solidez e segurança: a possibilidade de, comprovada a prática de um ilícito contratual, consistente na má-execução da obra, demandar o construtor no prazo de 20 anos do conhecimento, ou de quando se tornou possível o conhecimento do defeito na construção, tendo-se como base o prazo prescricional de 20 anos estabelecido pelo artigo 177 do CC/1916, independentemente disso ter ocorrido nos primeiros cinco anos da entrega, de acordo com o texto do artigo 1.056 do CC/1916, que trata de perdas e danos.</p>
<p>No entendimento do ministro, “enquanto a utilização do artigo 1.245 do Código Civil de 1916 pressupõe que a fragilidade da obra tenha transparecido nos primeiros cinco anos da sua entrega, no caso do artigo 1.056 do Código Civil de 1916 não há essa exigência, podendo os problemas relativos à sua solidez e segurança surgirem até mesmo depois daquele prazo.”</p>
<p>O relator afirmou que, não fosse assim, o construtor estaria livre, sem qualquer responsabilidade, para a prática de atos dolosos ou culposos durante a construção, mas cujos efeitos somente viessem a ser conhecidos após o prazo de garantia do artigo 1.245 do CC/1916. Dessa forma, se o dono tomasse conhecimento da sua fragilidade apenas após os cinco anos da entrega, já estaria prescrita qualquer pretensão indenizatória contra o construtor. Nesse sentido, o ministro considerou inviável aceitar-se que “o dono da obra, diante e no exato momento do conhecimento da fragilidade desta, seja impedido de veicular pretensão indenizatória em face de quem, culposamente, tenha ocasionado esta fragilidade.”</p>
<p>A Terceira Turma acompanhou o voto do relator, negando provimento ao recurso especial para confirmar o acórdão que afastou a prescrição e desconstituiu a sentença, viabilizando a instrução do processo com a realização de perícia. Dessa forma, será possível ao proprietário do imóvel demandar em primeiro grau a construtora com fundamento no artigo 1.056 do CC/1916, desde que comprovada a prática de ilícito contratual.</p>
</div>
<div style="text-align:justify;">Fonte: Site do STJ.</div>
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